para quem não quer ficar apenas descansando em casa: Acampamento,
Primeiro, depois de escolher a comida no Extra fomos ao caixa pagar. Ficamos quase uma hora esperando, pois o sistema do hipermercado estava com problemas. Então saímos apenas 10 horas da manhã.
Segundo. Tudo corria bem e a conversa agradável acontecia no caminho. Falei que o som que estava levando já tinha 9 anos de estrada e nunca tinha dado defeito algum. A apenas poucos quilômetros do destino, ao pararmos na barreira policial, acontece o choque. Ouvimos o ruído de derrapagem atrás de nós e, logo depois, fomos atingidos por um Jeep em grande velocidade! Ficamos um bom período apenas parados e verificando se estávamos bem. Meu som destruído. Nós cheios de cacos de vidro do parabrisa (em especial eu e o Henrique que estávamos no banco de trás). A traseira do carro achatada. Verifiquei o Nintendo DS e a câmera digital. Estavam funcionando. Diógenes sentiu o carro sendo achatado dos dois lados, pois batemos também no carro da frente.

O motorista do Jeep se prontificou a pagar os custos dos dois carros. Ficamos até às 4 da tarde no posto policial e saímos meio que desorientados para nosso destino com nossos planos já por água abaixo. Sim, o carro ainda funcionava.
Chegamos à casa. Seu dono é o pastor titular da 4° IPT: Rogério. Muito legal. Grande e com tudo que precisávamos a partir de então. Fogão, TV e camas. Lanchamos e à noite, fomos à cidade jantar. Com dificuldade conseguimos estacionar o carro. Sempre com o receio dele ser levado.
O segundo dia foi bem melhor. Fomos ao Di Roma, um dos clubes tradicionais da cidade. Encontramos lá o mais novo casal da igreja, Bruna e Herbert, além da irmã Eni. Piscina de ondas e toboáguas bem legais. Encontramos também um dos líderes da mocidade da igreja sede, o Tiago e seu pai, Odiel. Jogamos uma bola, fomos à sauna e à hidromassagem. Muito bom o clube. Janta no Giraffas e depois só o papo rolando à noite.
Decidimos encurtar a viagem por causa do incidente com o carro e voltamos terça pela manhã. Graças à Deus foi uma volta bem tranqüila. Chegamos com algumas dores musculares no pescoço por causa da batida, com rostos e costas bem tostadas pelo sol e algumas histórias pra contar...
O que teve de bom:
* A casa;
* as vitaminas do Jefferson;
* encontrar o Giraffas;
* o carro funcionar depois do baque;
* encontrar o Herbert e a Bruna;
* as ferramentas da casa;
* rango BBB perto o clube;
* símbolos do Flu na cidade;
* rap nacional na casa;
Alguns incômodos:
* A batida;
* o humor do Jefferson;
* meu som quebrado;
* algumas informantes :)
* dança do créu em todo lugar;
* a dificuldade em acertar com as localidades;





Segundo. Tudo corria bem e a conversa agradável acontecia no caminho. Falei que o som que estava levando já tinha 9 anos de estrada e nunca tinha dado defeito algum. A apenas poucos quilômetros do destino, ao pararmos na barreira policial, acontece o choque. Ouvimos o ruído de derrapagem atrás de nós e, logo depois, fomos atingidos por um Jeep em grande velocidade! Ficamos um bom período apenas parados e verificando se estávamos bem. Meu som destruído. Nós cheios de cacos de vidro do parabrisa (em especial eu e o Henrique que estávamos no banco de trás). A traseira do carro achatada. Verifiquei o Nintendo DS e a câmera digital. Estavam funcionando. Diógenes sentiu o carro sendo achatado dos dois lados, pois batemos também no carro da frente.
O motorista do Jeep se prontificou a pagar os custos dos dois carros. Ficamos até às 4 da tarde no posto policial e saímos meio que desorientados para nosso destino com nossos planos já por água abaixo. Sim, o carro ainda funcionava.
Chegamos à casa. Seu dono é o pastor titular da 4° IPT: Rogério. Muito legal. Grande e com tudo que precisávamos a partir de então. Fogão, TV e camas. Lanchamos e à noite, fomos à cidade jantar. Com dificuldade conseguimos estacionar o carro. Sempre com o receio dele ser levado.
Decidimos encurtar a viagem por causa do incidente com o carro e voltamos terça pela manhã. Graças à Deus foi uma volta bem tranqüila. Chegamos com algumas dores musculares no pescoço por causa da batida, com rostos e costas bem tostadas pelo sol e algumas histórias pra contar...
O que teve de bom:
* A casa;
* as vitaminas do Jefferson;
* encontrar o Giraffas;
* o carro funcionar depois do baque;
* encontrar o Herbert e a Bruna;
* as ferramentas da casa;
* rango BBB perto o clube;
* símbolos do Flu na cidade;
* rap nacional na casa;
Alguns incômodos:
* A batida;
* o humor do Jefferson;
* meu som quebrado;
* algumas informantes :)
* dança do créu em todo lugar;
* a dificuldade em acertar com as localidades;
